Um dia de cada vez
Carpe diem.
Ao ouvir Bruce springsteen escrevo para desabafar
algo que tenho para dizer, algo que tenho para falar. E sem querer falar, escrevo.
Com os 'headphones' nos ouvidos faço do que me rodeia um mundo surdo e mudo. Tomo atenção às letras e aspiro escrever assim, musica e letra.
Isto de não fazer nada dá a volta à minha cabeça. Nem trabalho nem estudos, para além de guitarra e do kung fu, não nada que valha a pena partilhar. Passo os meus dias sozinho a pensar e a escrever, para ver se consigo, para tentar esquecer.
Com empregos não tenho muita sorte, duro entre 1 e 2 dias no máximo, e depois venho-me embora, desiludido, sem vontade de fazer o que quer que seja.
Porque é que a vida tem de ser assim, cruel e vazia de preenchimento, de cor de vida?
Não sei qual é a resposta a esta pergunta, mas fi-la na mesma num desabafo cordial com os meus sentimentos.
As pilhas do leitor de cds estão a durar mas já acusa falta de pilha, enquanto isso dura não penso em mais nada a não ser na escrita e na música.
Tenho de comprar um caderno de capa dura, do género um diário para transpor para lá o que me vai na alma e quem sabe transpor para aqui também, para um estranho conhecer e ler. O que acho pouco provável. Esta página não tem muito que se lhe diga, é um blog, nada mais. Gostava de ser talentoso em algum aspecto da minha vida, e ser feliz assim.
Eu devia acordar de manhã e treinar até ao almoço, mas a preguiça é muita e por isso deixo-me estar debaixo das mantas quentinhas e aconchegadoras.
Bem fico-me por aqui.
Fat props para todos!
Luis Guerreiro
Ao ouvir Bruce springsteen escrevo para desabafar
algo que tenho para dizer, algo que tenho para falar. E sem querer falar, escrevo.
Com os 'headphones' nos ouvidos faço do que me rodeia um mundo surdo e mudo. Tomo atenção às letras e aspiro escrever assim, musica e letra.
Isto de não fazer nada dá a volta à minha cabeça. Nem trabalho nem estudos, para além de guitarra e do kung fu, não nada que valha a pena partilhar. Passo os meus dias sozinho a pensar e a escrever, para ver se consigo, para tentar esquecer.
Com empregos não tenho muita sorte, duro entre 1 e 2 dias no máximo, e depois venho-me embora, desiludido, sem vontade de fazer o que quer que seja.
Porque é que a vida tem de ser assim, cruel e vazia de preenchimento, de cor de vida?
Não sei qual é a resposta a esta pergunta, mas fi-la na mesma num desabafo cordial com os meus sentimentos.
As pilhas do leitor de cds estão a durar mas já acusa falta de pilha, enquanto isso dura não penso em mais nada a não ser na escrita e na música.
Tenho de comprar um caderno de capa dura, do género um diário para transpor para lá o que me vai na alma e quem sabe transpor para aqui também, para um estranho conhecer e ler. O que acho pouco provável. Esta página não tem muito que se lhe diga, é um blog, nada mais. Gostava de ser talentoso em algum aspecto da minha vida, e ser feliz assim.
Eu devia acordar de manhã e treinar até ao almoço, mas a preguiça é muita e por isso deixo-me estar debaixo das mantas quentinhas e aconchegadoras.
Bem fico-me por aqui.
Fat props para todos!
Luis Guerreiro



1 Comments:
Qualquer coisa em mim se contorce ao ler as tuas palavras. Não sei se me revejo nelas, não sei. Sei que, não te conhecendo, não gosto de te 'ouvir' falar assim. Toda a gente tem o seu valor: tu também tens o teu. Tenho a certeza!
Luna
http://umtironoescuro.blogs.sapo.pt
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